José Carlos Fernandes, a coluna mais supimpa da imprensa paranaense

Eu era sua fã desde priscas eras. Só fui conhecê-lo pessoalmente no dia em que ele foi entrevistar meu pai, o Candinho. Glorioso dia, o mais feliz dos últimos anos da vida do velhinho.

O que é que isto tem a ver com O Herói Provisório? Já explico. Naquele dia, motivada pela alegria do Candinho e pelo texto maravilhoso (do qual eu já era fã, reitero), passei a ter um objetivo secreto na vida: protagonizar, algum dia, uma façanha que me habilitasse a ser personagem de Zeca Fernandes. Muita água passou por debaixo da ponte, mas este dia chegou, na semana passada em um artigo intitulado Etel Frota conta Joaquim.

Quem já frequentou uma redação de jornal – muito principalmente nestes tempos de vacas impressas magras e engordamento das vacas digitais – sabe o valor simbólico de ganhar 8.000 toques em edição de papel. ‘Toques’ não, vai. Letras preciosamente entrelaçadas em palavras primorosas. Minha nossa, como escreve esse moço...

Zeca Fernandes, Lia Marchi e Etel Frota

Publico aqui, orgulhosamente, a única foto em que aparecemos juntos, ladeando a querida Lia Marchi, da Olaria Cultural, ela que foi fonte de consulta das mais fundamentais, para a montagem do cenário em que - na Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres - improvisou-se um baile de fandango em homenagem ao menino Joaquim, na noite do dia em que foi batizado por Frei Tristão.

Assunto para outra hora.

Hoje é dia de Zeca Fernandes, a coluna mais supimpa da imprensa paranaense. Unanimidade, orgulho da raça.

Evoé, Zeca!

 

Etel Frota

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